O projeto "Os Papa-léguas", um projeto de promoção da leitura, foi pensado para envolver mais os pais/família na vida escolar dos seus educandos de todo o Agrupamento.
Foram vários os envolvidos como poderão testemunhar através do site do projeto:
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terça-feira, 30 de julho de 2013
domingo, 2 de dezembro de 2012
A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS PARA MIÚDOS E GRAÚDOS: LER MAIS PARA DORMIR MELHOR
Ainda vieram para assistir à sessão de Helena Pires, técnica da Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes de Torres Novas, intitulada "A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS PARA MIÚDOS E GRAÚDOS: LER MAIS PARA DORMIR MELHOR".
Os pais foram envolvidos numa reflexão conjunta sobre a arte de contar histórias.
E as crianças, essas foram seduzidas a ouvir histórias antes de adormecer.
Foi uma noite bem passada com muitas histórias e muita leitura.
domingo, 10 de junho de 2012
TROCAS LIVROKAS
A iniciativa Trocas Livrokas, promovida pelo Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares (SABE) do município de Torres Novas e as Bibliotecas Escolares de todos os agrupamentos do Concelho, decorreu no dia 6 de junho, no Jardim das Rosas junto à Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes. Esta iniciativa obteve um enorme êxito junto dos alunos e professores que estiveram presentes.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro
Quando lemos, contamos ou ouvimos contos em voz alta, estamos a repetir um ritual muito antigo que cumpriu um papel fundamental na história da civilização: construir uma comunidade. À volta dos contos reuniram-se as culturas, as épocas e as gerações, para nos dizerem que japoneses, alemães e mexicanos são um só; como um só são os que viveram no século XVII e nós mesmos, que lemos um conto na Internet; e os avós, os pais e os filhos. Os contos chegam iguais aos seres humanos, apesar das nossas grandes diferenças, porque no fundo todos somos os seus protagonistas.
Ao contrário dos organismos vivos, que nascem, reproduzem-se e morrem, os contos são fecundos e imortais, em especial os da tradição oral, que se adequam às circunstâncias e ao contexto do momento em que são contados ou rescritos. E são contos que nos tornam seus autores quando os recontamos ou ouvimos.
E também era uma vez um país cheio de mitos, contos e lendas que viajaram durante séculos, de boca em boca, para mostrar a sua ideia de criação, para narrar a sua história, para oferecer a sua riqueza cultural, para aguçar a curiosidade e levar sorrisos aos lábios. Era igualmente um país onde poucos habitantes tinham acesso aos livros. Mas isso é uma história que já começou a mudar. Hoje os contos estão a chegar cada vez mais aos lugares distantes do meu país, o México. E, ao encontrarem os seus leitores, estão a cumprir o seu papel de criar comunidades, de criar famílias e de criar indivíduos com maior possibilidade de serem felizes.
Francisco Hinojosa
(trad. Maria Carlos Loureiro)
Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro. Na verdade não era só um, mas muitos os contos que enchiam o mundo com as suas histórias de meninas desobedientes e lobos sedutores, de sapatinhos de cristal e príncipes apaixonados, de gatos astutos e soldadinhos de chumbo, de gigantes bonacheirões e fábricas de chocolate. Encheram o mundo de palavras, de inteligência, de imagens, de personagens extraordinárias. Permitiram risos, encantos e convívios. Carregaram-no de significado. E desde então os contos continuam a multiplicar-se para nos dizerem mil e uma vezes: "Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro…"
Quando lemos, contamos ou ouvimos contos, cultivamos a imaginação, como se fosse necessário dar-lhe treino para a mantermos em forma. Um dia, sem que o saibamos certamente, uma dessas histórias entrará na nossa vida para arranjar soluções originais para os obstáculos que se nos coloquem no caminho.
Ao contrário dos organismos vivos, que nascem, reproduzem-se e morrem, os contos são fecundos e imortais, em especial os da tradição oral, que se adequam às circunstâncias e ao contexto do momento em que são contados ou rescritos. E são contos que nos tornam seus autores quando os recontamos ou ouvimos.
E também era uma vez um país cheio de mitos, contos e lendas que viajaram durante séculos, de boca em boca, para mostrar a sua ideia de criação, para narrar a sua história, para oferecer a sua riqueza cultural, para aguçar a curiosidade e levar sorrisos aos lábios. Era igualmente um país onde poucos habitantes tinham acesso aos livros. Mas isso é uma história que já começou a mudar. Hoje os contos estão a chegar cada vez mais aos lugares distantes do meu país, o México. E, ao encontrarem os seus leitores, estão a cumprir o seu papel de criar comunidades, de criar famílias e de criar indivíduos com maior possibilidade de serem felizes.
Francisco Hinojosa
(trad. Maria Carlos Loureiro)
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